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- Pacote de ações foi definido a partir da situação de emergência vivenciada pelo estado;
- A flexibilização operacional em relação a questões humanitárias está entre ações a serem implementadas;
- A Concessionária dos Aeroportos da Amazônia está se articulando para implantar soluções inovadoras que permitam o uso de logística mista entre marítimo e aéreo.
Outubro, 2023 - Sensibilizada com o cenário de emergência no estado do Amazonas devido à seca severa, a Concessionária dos Aeroportos da Amazônia, membro da rede VINCI Airports, anunciou um pacote de ações que busca contribuir com o Estado no período da estiagem e atenuar o impacto das obras na pista dos terminais de Manaus, Tefé e Tabatinga, neste período.
Entre as ações anunciadas, está a criação de um comitê para flexibilização operacional que envolvam questões humanitárias. Uma delas já foi realizada esta semana, com a abertura do Aeroporto de Tefé - nos horários em que estaria fechado para as obras - para aeronaves levarem suprimentos e amostras para o monitoramento da situação da mortandade dos botos no lago de Tefé. A Concessionária tem mantido contato com entidades que atuam em apoio às comunidades afetadas pela estiagem para dar suporte às ações de enfrentamento.
Outra ação é o contato mais frequente com operadores aéreos para analisar casos específicos da aviação, neste período. Também haverá isenção de tarifas para aeronaves em pernoite nos terminais motivadas pelas obras na pista.
O transporte de cargas é outro assunto essencial para a Concessionária dentro das ações de enfrentamento da estiagem. Há uma capacidade disponível para aumento do fluxo de cargas neste período. O Aeroporto de Manaus é o único do Brasil com transelevadores aeronáuticos, com 115 posições operacionais. É possível operar três aeronaves cargueiras simultâneas.
A Concessionária está conversando com agentes de cargas e importadores para a implementação de soluções inovadoras que permitam, por exemplo, o uso de logística mista entre marítimo e aéreo, para que alcance as regiões afetadas pela seca. Com isso, será criado um comitê, desta vez para acompanhamento dos voos cargueiros fretados.
A Diretora-Presidente da Concessionária dos Aeroportos da Amazônia, Karen Strougo, destaca: “Diante do cenário atual de emergência, vimos a necessidade de manter contato com governos e empresas para buscar formas de flexibilizar o cronograma das obras para as situações que envolvam questões humanitárias, além de oferecer alternativas para o transporte de cargas para garantir que os insumos cheguem até as áreas afetadas. Não podemos deixar de reforçar que essas obras são fundamentais para garantir a continuidade operacional nos aeroportos e contribuir com o desenvolvimento econômico da região”.